domingo, 28 de setembro de 2008


Acabamos de chegar de Pádua, onde aconteceu a 31ª Festa da Primavera. Deu para sentir o desgaste dessa maratona. Haja pique para agüentar tanta festa. Mas foi muito bom! Ver aquela juventude vinda de todos os lados do estado reunida num único lugar foi sensacional. O sorriso nos lábios, apesar de viagens cansativas, confirmavam isso. A animação era geral: fantasias engraçadas, cantos coreografados, muita brincadeira, fotos e mais fotos. Alguns jovens circulavam com cartazes: "Abraço grátis" ou "Quer ser meu amigo de Orkut?". Quanta animação e bom humor!

Pela manhã, aconteceu o torneio de futsal_ vencido pela JUBACENF. Após o almoço, no ginásio principal se deu a abertura oficial da festa. A barulheira foi total: buzinas, instrumentos e muita gritaria. Os gritos de guerra davam o tom da animação. Apareceu até o "Super J", espécie de "super-herói da alegria". A abertura misturou balé clássico com hip-hop. O sucesso foi instantâneo. A galera pulou junto na hora dos louvores. Cada JUBA estava uniformizada com suas cores de identidade. Um colorido que denunciava a alegria de viver a juventude segundo os valores bíblicos.

Por volta das duas da tarde começou os festivais de música e coreografia. As apresentações musicais e de dança foram se alternando: uma música, uma coreografia; um música, uma coreografia... e assim até quase 10h da noite. Enquanto tivemos fôlego, acompanhamos cada apresentação. As danças chamaram mais a atenção. Os movimentos bem executados e a riqueza das vestimentas atraíram o olhar.

Dentre as danças que assistimos, comentaremos o que vimos: o aumento da presença masculina_ a rapaziada da JUBAQUE (Queimadense), por exemplo, mandou ver; a exploração da teatralização_ alternativa utilizada pela JUBASE (Serrana); a criatividade no uso de recursos externos ao corpo_ como fez a JUBAC (Caxiense) ao tornar visual uma montanha a partir de um pedaço de seda jogado ao alto e a JUBANFLU, com seu quebra-cabeça ao final da apresentação; a presença visual da cruz, ora recorrendo ao tecido (JUBABE_ Betel), ora ao próprio corpo humano_ JUBAG (Gonçalense); o cenário integrado à peça coreográfica, como fez o grupo da JUBASEL (Serra-Litoral); e a valorização das mãos como elemento principal na expressão corporal_ as meninas da JUBAPI, além das luvas, tinham um lenço e a ponta da capa presas ao pulso. Uma pena que não pudemos assistir ao restante das apresentações. O cansaço nos venceu!

Vale ainda destacar algo interessante: a maioria dos grupos recorreu à teatralização de Jesus ressurreto ao final de suas apresentações. Interessante, por ser levado em conta que as coreografias eram guardadas em segredo. Nenhuma JUBA sabia o que a outra faria. Um elemento unificador que definitivamente fortalece qual era o propósito de Deus ao reunir tantos jovens naquela cidade: mostra quem Ele é. Um Deus capaz de vencer a morte. É primavera, Jesus ressuscitou!

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